Para quem ainda dudidava, domingo, Júlio César provou mais uma vez que é o melhor goleiro do mundo no momento. Na partida do Equador, a qual o time da casa jogou praticamente sozinho, os donos da casa finalizaram 39 vezes. Dominaram o meio de campo e a partida, mandaram no jogo, mas só marcaram um gol.
Isso porque Júlio César novamente foi o grande nome da seleção brasileira no jogo. Bem posicionado, seguro e técnicamente perfeito. Ele que começou na seleção brasileira com muita desconfiança, é hoje visto como nome certo para titular na próxima Copa do Mundo.
Acompanho o Júlio César desde o início da sua carreira, quando era reserva do Clemer no Flamengo. Depois passou a ser titular e só deixou de ser, quando saiu da equipe. Alguns rivais sempre preferiram focar e lembrar das falhas de JC no rubro-negro. Algumas históricas como ao repor a bola, acertar o companheiro de equipe e tomar o gol. Porém, quem não tinha essa má vontade em ver o jovem goleiro, já percebia seu talento. É fato que o Flamengo deve várias vitórias e classificações ao Júlio César. Assim como aconteceu domingo com a seleção, muitas vezes o time rubro-negro não funcionava, mas não perdia porque tinha Júlio César no gol.
Mas, temos dois problemas. Primeiro, é revoltante e acende um sinal de alerta, quando um goleiro é o grande destaque da Seleção Brasileira, principalmente, porque não é a primeira vez que isso acontece. Outro problema é o banco de reserva. Se Júlio César se machucar, quem entra? Doni? Espero que não.
Escrito por Adriano Assis
Escrito por Adriano Assis
Escrito por Adriano Assis


